O nosso corpo é inteligente e costuma dar sinais quando algo não vai bem. Muitas sensações do dia a dia podem estar associadas à falta de determinados nutrientes — e entender esses avisos ajuda a buscar orientação e melhorar a alimentação.
Veja alguns sinais comuns e o que eles podem indicar:
1. Vontade exagerada de chocolate → Possível falta de magnésio (Mg)
O desejo forte por chocolate pode estar ligado à baixa ingestão de magnésio, um mineral essencial para a energia, o humor e o funcionamento muscular.
Alimentos ricos em Mg incluem: castanhas, sementes, banana, abacate e vegetais verdes escuros.
2. Vontade de mastigar gelo → Possível deficiência de ferro (Fe)
O hábito de mastigar gelo, conhecido como pagofagia, pode estar relacionado à falta de ferro.
Essa deficiência pode causar cansaço, palidez e queda de imunidade. Procure incluir: feijão, lentilha, folhas verde-escuras e carnes.
3. Surgimento fácil de hematomas → Possível falta de vitamina K1
Levar pequenos impactos e surgir roxos com facilidade pode estar ligado à baixa ingestão de vitamina K, importante para a coagulação do sangue.
Boas fontes: brócolis, couve, espinafre, alface e outros vegetais verdes.
4. Fraqueza muscular → Possível falta de sódio (Na)
O sódio é essencial para o equilíbrio dos fluidos e para o controle da contração muscular.
A deficiência é rara, mas pode acontecer após suor excessivo ou baixa ingestão. Hidratação adequada e alimentação balanceada ajudam na reposição.
5. Câibras frequentes → Possível falta de magnésio (Mg)
Câibras noturnas ou após atividades físicas podem estar associadas à carência de magnésio, fundamental para a função muscular.
Alimentos como castanhas, aveia, banana e vegetais escuros são boas fontes.
6. Formigamento nas mãos ou pés → Possível deficiência de vitamina B1 (tiamina)
A vitamina B1 participa da saúde neurológica. Sua falta pode causar formigamento, fadiga e irritabilidade.
Inclua na dieta: ovos, cereais integrais, sementes e leguminosas.
Atenção importante
Esses sinais não confirmam diagnósticos, mas podem servir como alerta para buscar orientação profissional. Um médico ou nutricionista é quem pode avaliar exames, identificar deficiências e indicar o tratamento adequado.